quarta-feira, 18 de junho de 2014

A sociabilidade

Em nosso meio social existem duas formas simples da nossa natureza humana.
A primeira trata-se de sociabilidade, vem da necessidade de cada um, ou seja, da comunicação ativa e passiva de cada pessoa, por exemplo: A pessoa ativa é aquela que se impõe perante uma opinião geral da sociedade, fazendo críticas, apoiando ideias que estão sendo relatada em meio à sociedade. A pessoa passiva é aquela que não se impõe a sociedade, que não tem opinião própria e aceita ideias sem criticar.
A sociabilidade são pessoas que convivem em um meio social, mais especificamente as pessoas que participam na comunidade, ou seja, convivência em grupos.
As pessoas de certa forma sentem dificuldades de se relacionar-se com a sociedade.
Um dos motivos para as pessoas estarem com dificuldades na comunicação entre a sociedade é o avanço da tecnologia, ela nos proporciona vários benefícios e inúmeros pontos positivos em nossas vidas, porém, ela atrapalha nos meios de comunicação e cada vez mais as pessoas deixam de relacionar-se pessoalmente, estão esquecendo o lado humano.
Há diversos tipos de pessoas na sociedade:
Personalidades abertas e extrovertidas: Não sentem dificuldade na comunicação.
Tímidas e Introvertidas: Sentem dificuldades, inseguros na comunicação.
Dinâmicas e Operativas: Relacionam-se com facilidade indiferente de conhecer as pessoas ou não.
Seletivas: Pessoas que bloqueiam qualquer tipo de comunicação em publico e que mantêm uma relação muito reservada com as pessoas próximas.
Docilidade: Pessoas que se identificam com a obediência.
Dominadora: Pessoas que gostam de dominar um determinado grupo, ou seja, liderar, impor suas vontades.
Críticas e Criativas: Pessoas que perante as oportunidades se manifestam impondo seus desejos e iniciativas.
           Essas formas de sociabilidade variam de situação para situação, contudo é preciso conhecer um pouco o que existe em cada comportamento para lidar com as pessoas e agir adequadamente em cada grupo social.
Autora: Bruna Oliveira Teixeira
      Referências Bibliográficas:
FRITZEN, Silvino José. Relações Humanas Interpessoais. 4ᵃ Edição. Petrópolis . Editora Vozes, 1994.

Necessidades interpessoais: inclusão, controle e afeto.

Todo ser humano precisa viver em sociedade e nos pequenos grupos dela, mas cada um tem suas próprias necessidades interpessoais. As quais só têm como satisfazê-las no convívio com outras pessoas.
Segundo Schutz, apud Fritzen (1994), autor da teoria “necessidades interpessoais”, “os membros de um grupo só aceitam se integrar depois que certas necessidades fundamentais são satisfeitas pelo grupo”. E em suas pesquisas conseguiu identificar três necessidades interpessoais: a de inclusão, de controle e de afeto. Assim, ao entrar em um grupo todos buscamos estas três necessidades respectivamente.
Inclusão: É nesta primeira fase que observamos se fomos e por quem fomos aceitos, se somos valorizados e se estamos totalmente integrados neste novo grupo. Assim concluímos se estamos no grupo certo ou não, procurando afinidades com outros membros, para dessa forma conquistarmos a confiança um do outro.
Controle: Aqui buscamos saber e estabelecer quais são nossas responsabilidades no grupo, quem o lidera e por que, e, como podemos influenciar nas decisões gerais, afim de então constituir as estruturas, atividades, objetivos, crescimento e progressos do grupo.
Afeto: Considerada fundamental por Schutz, esta necessidade consiste em definir quem gosta de nós, quem mais consideramos e como podemos expressar essa amizade. Queremos provas de nossa valorização e respeito aos olhos dos demais, por quem somos e não pelo que temos.
Em sumo, a convivência consiste numa busca contínua de nos tornarmos melhores para conquistarmos nossos grupos com base no respeito e com os mesmos objetivos, partilhando experiências para futuros projetos em conjunto.
Autora: Marta Caroline Lamin

Referências Bibliográficas:
FRITZEN, Silvino José. Relações Humanas Interpessoais. 4ᵃ Edição. Petrópolis . Editora Vozes, 1994.

Definição e origem de relacionamento interpessoal

Relacionamento interpessoal é um conceito do âmbito da sociologia e psicologia que significa uma relação entre duas ou mais pessoas. Este tipo de relacionamento é marcado pelo contexto onde ele está inserido, podendo ser um contexto familiar, escolar, de trabalho ou de comunidade.
A pessoa é uma unidade de material em bruto com a qual o condutor deve trabalhar, quanto maior o conhecimento do coordenador sobre a conduta humana, em geral, e o do individuo afetado, em particular, mais úteis e eficazes serão as escolhas feitas. Devem ser consideradas as forças que atuam dentro e fora do grupo, principalmente. Como preliminar de atuação, é necessário conhecer as forças dinâmicas internas e externas do grupo. (Minicucci 1987)
No relacionamento interpessoal existe um conjunto de normas comportamentais nas quais orientam as interações entre os membros de uma sociedade que foi estudada e desenvolvida por Max Weber.
Existem vários níveis de sentimentos no relacionamento interpessoal tais como amor, paixão, amizade, afeto, entre outros. E, existem também outras características como inimizade, competência entre outros, que podem mudar de acordo com um conflito interpessoal, como por exemplo, ideias divergentes.
Já o relacionamento intrapessoal tem um conceito de uma aptidão de uma pessoa se relacionar com seus próprios sentimentos e emoções e, hoje em dia é de extrema importância, pois determina como cada pessoal age quando é confrontada com diversas situações no dia a dia. Para ter um relacionamento intrapessoal saudável, um indivíduo deve exercitar áreas como a autoafirmação, automotivação, autodomínio e autoconhecimento.
No meio profissional o relacionamento interpessoal é de extrema importância, pois contribui para um bom ambiente na empresa no qual pode resultar em aumentos na produção e esse resultado só é alcançado quando as pessoas conhecem a si mesmas e então são capazes de se colocar no lugar dos companheiros de equipe quando expressam suas opiniões.
Antes do estudo de Elton Mayo, considerado o fundador do movimento das Relações Humanas, que se opôs aos princípios do trabalho de Taylor, ninguém se preocupava com as pessoas. Essa observação origina os estudos da escola Humanística e com o decorrer do tempo, foram notados os pontos aonde deveriam ser melhorados e para isso fez-se o estudo.
Apesar de minha máquina de escrever ser um modelo antigo, funciona bem, com exceção de uma tecla. Há 42 teclas que funcionam bem, menos uma, e isso faz uma grande diferença. Temos o cuidado para que nosso grupo seja como essa máquina de escrever e que todos os seus membros trabalhem como devem. Ninguém tem o direito de pensar: “Afinal, sou apenas uma pessoa e sem dúvida não fará diferença para o nosso grupo”. Compreendemos que, para um grupo poder progredir, eficientemente, precisa da participação ativa de todos os seus membros. Sempre que você pensar que não precisam de você, lembre-se da minha velha máquina de escrever e diga a si próprio: “Eu sou uma das teclas importantes nas nossas atividades e os meus serviços são muito necessários” (Fritzen, 1981).
        Autores: Cauê Barradas e Jadiel Jardim

Referências bibliográficas:
BARDINE, Renan. Elton Mayo e a Teoria das Relações Humanas. Disponível em: <http://www.coladaweb.com/administracao/elton-mayo>. Acesso em: 03 de Maio de 2014.
FRÃZÃO, Dilva Guimarães. Significado de Relacionamento Interpessoal. Significados. Disponível em: <http://www.significados.com.br/relacionamento-interpessoal/>. Acesso em: 01 de Maio. 2014.
FRITZEN, Silvino José - Exercícios Práticos de Dinâmica de Grupo e de Relações Humanas. 7ª Edição. Petrópolis. Editora Vozes, 1977.
"RELACIONAMENTO Interpessoal - Conceitos, definição e técnicas”. Disponível em: <http://www.esoterikha.com/coaching-pnl/o-que-e-relacionamento-interpessoal-conceitos-definicao-tecnicas.php>. Acesso em: 02 de Maio de 2014.
SIGNIFICADO de Relacionamento Interpessoal. Disponível em: <http://www.significados.com.br/relacionamento-interpessoal/>. Acesso em: 30 de Abril de 2014.
MINICUCCI, Agostinho. Dinâmica de Grupo em Seleção de Pessoal. Psico-Pedagógica Ltda. Cadernos Vetor. Série Branca, 1987.